sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Tarte de arroz doce


Já num caminho em linha reta para o Natal, hoje trago-vos mais uma sugestão para as vossas  mesas, desta vez um pouco diferente mas com o sabor típico da época.
A verdade é que em Portugal não deve existir ninguém que desconheça o tão típico arroz doce. De norte a sul do país, variando um ou outro ingrediente, é algo que todos já comemos nem que seja uma vez. Por isso, acaba por ser uma das sobremesas escolhidas para dias de festa e marca sempre presença na mesa da consoada.
Mas enganem-se se acham que esta sobremesa é famosa apenas por cá, muito pelo contrário. Pelo que tenho percebido, arroz doce faz-se um pouco por todo um mundo, variando um pouco na confecção, acabámos por encontrar diversas receitas interessantes. E a pensar em tudo que a gastronomia mundial nos pode oferecer, trago-vos hoje uma receita típica francesa (que desconhecia por completo) onde o arroz doce é rei. Uma tarte bem diferente mas muito saborosa que servida fresca com uma bola de gelado de baunilha faz as delícias de todos (até daqueles que dizem não gostar de arroz doce). Não acreditam? Experimentem e digam lá se não tenho razão.




receita adaptada do livro "Le Cordon Bleu, home collection - Regional French"
Ingredientes da massa: 
- 250g de farinha sem fermento
- 75g de manteiga em cubos 
- 1 ovo 
- 10g de fermento de padeiro fresco
- 4 colheres (sopa) de leite
- 1/2 colher (sopa) de óleo

Ingredientes do recheio:
- 500ml de leite
- 3 ovos
- 80g de açúcar
- 70g de arroz carolino ou arbóreo
- 1 pau de canela
- açúcar em pó para finalizar

Comece pela massa. Dissolva o fermento no leite. Numa taça junte a farinha e a manteiga, amassando com os dedos até obter uma farofa. Acrescente o ovo, o leite com o fermento e o óleo. Amasse rapidamente até obter uma bola de massa, coloque-a numa taça coberta com um pano e guarde num local aquecido até que a massa duplique (cerca de 1:30h).
Para o recheio, aqueça o leite com 70g de açúcar e o pau de canela. Quando levantar fervura, junte o arroz e deixe cozinhar cerca de 15 minutos, mexendo de vez em quando para não pegar. Passado esse tempo, retire do lume e acrescente as gemas, mexendo para incorporar bem (para que as gemas não cozam, retire um pouco da mistura do arroz e envolva nas gemas para as temperar, depois acrescente este preparado no restante arroz). Deixe arrefecer um pouco.

Entretanto, pré-aqueça o forno a 180ºC e unte uma tarteira de fundo amovível grande com manteiga. Estique a massa num círculo com cerca de 2 a 3 mm de espessura e forre a tarteira com ela, calcando bem para evitar bolhas de ar. 
Bata as claras em castelo com o restante açúcar até ficarem firmes. Envolva no arroz com cuidado e verta sobre a massa. Leve a assar durante cerca de 45 minutos ou até que o recheio fique firme.
Sirva quente ou fria, polvilhada com açúcar em pó e se gostar, com uma bola de gelado de baunilha. 


quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Pudim de pão


Em época de doces, os pudins são um dos doces que mais associo ao Natal. Presente na mesa da consoada durante anos, era o francês que nos maravilhava ano após ano. Depois vieram outros doces, outros cuidados com a alimentação e o pudim deixou de fazer parte da tradição natalícia cá de casa.
Mas mesmo não sendo o nosso doce de natal nos dias de hoje, adoro comer umas generosas fatias nesta altura e desta vez resolvi trazer para a mesa um pudim que me trazia algum receio (isto porque da única vez que o fiz, ele ficou bem denso e massudo). Pesquisa atrás de pesquisa, resolvi misturar algumas receitas e assim surgiu este pudim de pão, com um toque subtil de vinho do porto e uma textura aveludada como eu adoro. Fiquei fã e espero que vocês também fiquem ...



Ingredientes:
- 4 ovos
- 500ml de leite
- 30ml de Vinho do Porto
- 2 carcaças (cerca de 90g)
- 6 colheres (sopa) de açúcar (é ao gosto de cada um)
- sultanas qb (opcional)
- caramelo líquido qb (usei caseiro)

Comece por cortar o pão em pedaços pequenos e mergulhe-os no leite. À parte, coloque de molho as sultanas no Vinho do Porto (eu parti-as em pedaços mais pequenos).
Entretanto, verta o caramelo para uma forma de pudim e espalhe bem no fundo e nas laterais. Pode usar caramelo de compra mas aconselho fazer o seu. Para isso, leve ao lume um tacho alto com uma chávena de açúcar. Quando começar a derreter, mexa de vez em quando com uma colher de pau até que este adquira uma cor dourada. Nessa altura, retire do lume e verta com cuidado meia chávena de água (eu misturo também um pouco de vinho do porto). Mexa e leve novamente ao lume para engrossar um pouco, mexendo sempre. Verta imediatamente na forma, espalhe as sultanas no fundo da forma e reserve.

Para o pudim, coloque num liquidificador ou robot de cozinha os ovos inteiros, a mistura de pão e leite, o vinho do porto e o açúcar. Bata bem até que esteja tudo bem incorporado e o pão desfeito. Verta com cuidado na forma, tape-a e coloque-a na panela de pressão. Encha a panela com água até atingir metade da altura da forma e feche a panela. Quando a panela começar a apitar, conte 20 minutos, depois desligue, retire a pressão e coloque a forma na temperatura ambiente. Deixe arrefecer antes de desenformar e depois conserve o pudim no frio até à hora de servir. (eu desenformei o meu pudim ainda morno e ficou óptimo, talvez por ser mais denso devido ao pão).
Caso não tenha panela de pressão, coloque a forma tapada (pode ser com papel de alumínio) no forno em banho-maria e coza durante cerca de 1 hora em forno médio. Convém verificar com o teste do palito e caso ainda não esteja cozido, deixe mais uns minutos.


quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Tarte de maçã da Normandia


Em época de maçãs, as tartes são uma das iguarias que têm feito parte das ementas cá de casa. E como não se podem fazer sempre as mesmas receitas (poder podemos mas não vale a pena, não é?), desta vez resolvi testar uma tarte lá das terras francesas. Simples mas muito saborosa, fiquei rendida à sua humidade e sabor, especialmente se servida fresca.



receita adaptada do livro "Le Cordon Bleu, home collection - Regional French"
Ingredientes da massa: 
- 250g de farinha sem fermento
- 120g de manteiga em cubos 
- 1 ovo batido com 1 colher (sopa) de água
- 30g de açúcar
- 1 colher (chá) mal cheia de aroma de baunilha
- 1 pitada de sal (não use se a manteiga já tiver sal)

Ingredientes do recheio:
- 3 maçãs (usei grandes)
- sumo de 1 limão
- 2 ovos + 1 gema
- 50g de açúcar
- 1 colher (chá) de canela em pó
- 200ml de natas (usei light)
- açúcar em pó para finalizar

Comece pela massa. Numa taça junte a farinha e a manteiga, amassando com os dedos até obter uma farofa. Acrescente o ovo, o açúcar, a baunilha e uma pitada de sal. Amasse rapidamente até obter uma bola de massa, embrulhe em película aderente e guarde no frigorífico durante 30 minutos.
Entretanto, pré-aqueça o forno a 180ºC e unte uma tarteira de fundo amovível com manteiga, reserve no frio.
Para o recheio, descasque as maçãs e retire o caroço. Corte cada maçã em fatias grossas e regue-as com o sumo de limão, reserve no frio. Bata os ovos e a gema com o açúcar apenas até incorporar bem, acrescente a canela e a natas e volte a misturar.
Passados os 30 minutos, estique a massa num círculo com cerca de 2 a 3 mm de espessura e forre a tarteira com ela, calcando bem para evitar bolhas de ar. Espalhe as maçãs em círculo, forrando bem o fundo da massa e cubra com a mistura de ovos e natas. Leve a assar durante 45 a 60 minutos ou até que o recheio fique firme.
Sirva de preferência morna, polvilhada com açúcar em pó e se gostar, uma bola de gelado de nata ou baunilha.  


sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Bolo integral de frutos secos e especiarias


Um dia destes andava a fazer uma limpeza na despensa e lá descobri uns restos de frutos secos. Não apetecendo comer assim simples, acabei por mandá-los para um bolo (até porque já era fim-de-semana e fazia falta um docinho). E assim nasceu este bolo cheio de sabor, muito fofo e com um toque mais saudável mas delicioso na mesma. Perfeito para o lanche, espero que gostem desta minha sugestão e quem sabe, a experimentem já amanhã ...


 

Ingredientes:
- 200g de farinha de trigo integral
- 100g de farinha de trigo
- 100g de açúcar amarelo
- 50g de tâmaras sem caroço picadas ligeiramente
- 50g de sultanas
- 50g de miolo de nozes ligeiramente picadas
- 4 dl de leite magro
- 3 ovos médios
- 2 colheres (sopa) de aguardente
- 2 colheres (sopa) de sementes de sésamo (usei pretas)
- 2 colheres (chá) de fermento em pó
- 1/2 colher (chá) de erva-doce em pó
- 1/2 colher (chá) de canela em pó

Pré-aqueça o forno a 180ºC. Unte uma forma com manteiga e unte com farinha.
Coloque numa taça as tâmaras, as nozes e as sultanas juntamente com a aguardente e deixe macerar um pouco.
Numa tigela misture as farinhas com o açúcar, o fermento e as especiarias. Junte depois o leite e as gemas, batendo bem. À parte, bata as claras em castelo e envolva com cuidado no preparado. Por fim, adicione as frutas maceradas e as sementes de sésamo. Misture e verta para a forma. Coza durante cerca de 45 minutos ou até que o teste do palito saia seco. Retire do forno e desenforme. 


terça-feira, 20 de novembro de 2018

Pecan pie ... uma tarte de nozes americana


Desafios é comigo e mesmo com falta de tempo, sempre que posso gosto de participar em alguns. O Sweet World é um desses desafios, um que acompanho desde a primeira edição e que raramente me coloco de parte. E como o desafio desta edição era fazer uma tarte de nozes americana, vi logo aqui o pretexto que precisava para colocar a mão na massa. Mas agora perguntam vocês, que tarte é esta?
Segundo consta, foi com a chegada dos franceses a Nova Orleães que surgiu esta tarte, a Southern Pecan Pie. A primeira referência escrita surge na revista Harper's Bazaar em 1886 mas existe quem conteste isso, dizendo que as tartes de noz há muito que se faziam no Alabama. Mas foi uma marca de xarope de milho, a Karo, que tornou esta tarte familiar famosa a nível mundial, enraizando-a ainda mais no seio das famílias americanas, ficando até aos dias de hoje famosa, a par da apple pie e da pumpkin pie (sugestões que também terei de experimentar qualquer dia). 
Quanto à receita em si, depois de muito pesquisar, reparei que todas eram altamente adoçadas e como cá em casa não gostamos de abusos, resolvi reduzir nas quantidades e posso dizer que assim ficou aprovada por todos. Também reparei que em quase todas existia um ingrediente comum, o xarope de milho. Não o tendo em casa, procurei encontrar um substituto e assim fiz com a glucose (que tinha cá em casa de umas experiências anteriores). Quanto à tarte em si, é doce no ponto certo, sem exageros,  perfeita para servir num lanche em família ou com os amigos.




Ingredientes para a massa:
- 190g de farinha de trigo
- 100g de manteiga ou margarina fria
- 3 a 4 colheres (sopa) de água fria
- 2 colheres (sopa) de vinagre
- 1 colher (café) de canela em pó (opcional, fica bom das duas maneiras)

Ingredientes do recheio:
- 3 ovos
- 1 colher (café) de canela em pó
- 200g de nozes pecan 
- 40g de manteiga derretida 
- 80g de açúcar
- 100ml de glucose de milho (ou geleia/xarope de milho)

Pré-aqueça o forno a 180ºC. Forre uma tarteira com papel vegetal e reserve.
Comece por preparar a massa. Misture a farinha com a manteiga e a canela até obter uma farofa (uso o robot de cozinha para ser rápido). Acrescente a água e o vinagre e amasse bem até obter uma bola. Estique a massa numa bancada com farinha e forre a forma. Pique o fundo e guarde no frigorífico. Se sobrar massa, pode fazer alguns elementos para decorar a tarte.

Para o recheio, pique as nozes grosseiramente (reserve algumas para decorar). Misture numa taça os ovos com a canela, a manteiga, o açúcar e a glucose (não bata, apenas misture para que tudo fique bem incorporado). Vai ficar líquido.
Tire a tarteira do frigorífico, espalhe as nozes picadas pela base e verta com cuidado a mistura anterior por cima. Decore com as nozes reservadas e com a massa que sobrou, se quiser. Leve ao forno durante cerca de 50 minutos. A tarte está no ponto quando a superfície dourar, estiver firme ao toque e o centro não tremer ao toque. 
Depois de cozida, retire do forno e deixe arrefecer um pouco. Depois retire com cuidado da forma e descarte o papel vegetal. Deixe arrefecer antes de cortar para que o creme fique bem firme e não escorra.


sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Sachertorte ... um bolo de chocolate austríaco


Como o fim-de-semana está a chegar, nada melhor que um doce para festejar, não acham? A receita que vos trago hoje é uma das receitas mais antigas na minha lista a testar. Sempre achei este bolo lindo mas outros foram aparecendo e este foi ficando para trás. Mas desta vez conseguiu chegar à meta e assim merecer um destaque aqui no blogue. 
Para quem não sabe, o sachertorte é um bolo de chocolate austríaco, criado por Franz Sacher em 1832 para o principe Metternich e desde então tornou-se um ícone na doçaria da capital austríaca, Viena. Embora vários reclamem a sua autoria, é o Hotel Sacher (propriedade do filho de Franz Sacher) que conseguiu o título e até hoje guarda a sete chaves o segredo do seu bolo.   
Mas, perguntam vocês, que bolo é este? É um bolo de chocolate pouco doce, recheado por uma fina camada de compota de alperce e depois coberto com um denso molho de chocolate. Costuma ser servido com chantilly para que o bolo não se torne tão seco (na opinião generalizada dos vienenses). 
Cá em casa, como não contrariamos os especialistas, também o servimos assim e realmente a conjugação fica perfeita. 
Espero que tenham desfrutado de mais esta viagem comigo pelos sabores doces do mundo ... agora toca a correr para a cozinha e experimentar este bolo que nada tem de enjoativo, espero que gostem.

  
  

Ingredientes:
- 170g de chocolate negro (com 70% de cacau, de preferência)
- 6 ovos
- 100g de manteiga
- 60g de açúcar em pó
- 1 colher (chá) de aroma de baunilha
- 125g de farinha com fermento

Para o recheio e cobertura:
- 150g de compota de alperce
- 100g de chocolate negro
- 2 a 3 colheres (sopa) de leite


Pré-aqueça o forno a 180ºC. Unte uma forma redonda (20cm de diâmetro) com manteiga e polvilhe com farinha.
Derreta o chocolate em banho-maria. Separe as gemas das claras e bata as claras em castelo. À parte, bata a manteiga com o açúcar até obter um creme fofo. Junte as gemas, a baunilha e o chocolate derretido, batendo mais um pouco. Por fim envolva a farinha, intercalando com as claras batidas, em movimentos suaves. Verta o preparado para a forma e leve a cozer durante cerca de 40 minutos (convém fazer o teste do palito). Quando estiver pronto, desenforme sobre uma grelha e deixe arrefecer.
Depois de frio, corte o bolo ao meio e recheie com cerca de metade da compota ligeiramente aquecida para facilitar na hora de barrar. Cubra com a outra parte do bolo e cubra depois a superfície e as laterais com a restante compota, alisando bem.
Derreta o chocolate da cobertura com o leite e mexa vigorosamente até obter um creme brilhante e homogéneo. Cubra o bolo com esta cobertura e guarde no frigorífico até há hora de servir.
Acompanhe cada fatia com uma roseta de chantilly.

  

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Polvo assado no forno


Antes de mais gostaria de pedir desculpa a todos que me seguem pela minha presença menos assídua tanto aqui no blogue como na blogosfera. A preparação de um novo projecto de trabalho tem-me absorvido a maior parte do tempo e por isso a minha passagem por estas bandas tem sido muito corrida, sem tempo para comentar. Por essa razão, peço desculpa a todos vocês que nunca me abandonam, por se manterem fiéis e regressarem, é muito importante para mim.
Mas agora, passemos ao que vos trouxe aqui, a receitinha de hoje (não fosse este um blogue de culinária, lol). Como os dias já estão bem mais frescos, comida de forno sabe ainda melhor. Quente, reconfortante e cheia de sabor é a minha combinação preferida e hoje trago-vos um prato que adoro e se encaixa perfeitamente nesta categoria. Um prato com sabor a mar, bem português, a que quase ninguém lhe consegue resistir. Podem fazer com polvo ou tentáculos de pota para uma versão mais económica. Em ambos os casos, o sabor fica delicioso. Espero que gostem e se deliciem um dia destes.

 

Ingredientes:
- 1,700g de polvo (ou pota)
- batatas para assar qb
- 3 cebolas
- 4 dentes de alho
- 2 tomates maduros
- 1/2 pimento vermelho
- 1/2 pimento verde
- 1/2 copo de vinho
- azeite qb
- sal, pimenta e colorau qb
- arroz qb

Comece por cozer o polvo com uma cebola descascada (eu uso a panela de pressão, colocando apenas o polvo e a cebola, contando 15 minutos depois de começar a girar a válvula).
Depois de cozido, separe os tentáculos e corte os tentáculos mais finos em pedaços pequenos para utilizar depois no arroz. Reserve a água que se formou.
Leve ao lume um fio generoso de azeite com os dentes de alho em rodelas e deixe alourar bem. Descarte o alho e reserve o azeite aromatizado. 
Numa assadeira coloque a cebola em meias luas, o pimento em tiras, o tomate em rodelas e as batatas. Tempere com sal, pimenta e colorau. Regue com metade do vinho e um pouco do azeite aromatizado. Leve a assar a 220ºC. Quando as batatas estiverem quase assadas, espalhe-as pelas laterais da forma e coloque no centro os tentáculos do polvo. Regue com o restante vinho, um pouco da água da cozedura do polvo e mais um fio de azeite. Leve novamente ao forno para acabar de assar.

Entretanto, prepare o arroz para acompanhar. Refogue num fio de azeite um pouco de cebola picada até que esta fique translúcida. Junte uma medida de arroz e deixe fritar um pouco. Acrescente 2 medidas de água da cozedura do polvo (acrescente água até perfazer essa medida caso não chegue) e os tentáculos mais finos cortados que reservou . Rectifique os temperos e deixe cozinhar até que o arroz esteja seco e cozido.
Sirva o polvo com as batatas e o arroz. Caso goste, acompanhe também com uma salada mista ou grelos cozidos.



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